Muitas pessoas têm incômodo com o sorriso e não sabem o que fazer para voltar a sorrir sem preocupação. Neste texto, você terá acesso a um breve panorama sobre a restauração de dente e descobrirá o que é, para que serve, como é feita e qual é a diferença entre tal técnica e a obturação.

Além disso, o post explica quais são os tipos de restauração disponíveis (como ouro, resina composta, porcelana etc.) e o que fazer após o tratamento. De forma geral, o método é indicado para recuperar uma região dental fraturada, sendo essencial para eliminar o problema da cárie e restaurar a dentição que tem aspecto amarelado.

Leia agora mesmo e tire as suas dúvidas sobre o assunto!

O que é e para que é feita a restauração de dente?

Antes de partir para os detalhes, entenda que a restauração dentária é um procedimento que tem como objetivo cuidar de algum dano causado ao dente. A técnica pode ser utilizada pelo dentista após o diagnóstico do problema na primeira consulta.

O processo remove a estrutura afetada com a aplicação de uma massa — geralmente de resina — de cor clara, preservando a função e recuperando a estética dental. Outro benefício da técnica é que ela, ao remover as bactérias, previne uma deterioração dos dentes a longo prazo.

Sobre a idade dos pacientes que podem precisar de restauração, a resposta é: em todas as fases da vida o tratamento pode ser viável, tanto para os dentes de leite — os chamados decíduos —, quanto para os permanentes, a depender do caso apresentado.

Quais são os principais tipos de restauração de dente?

Até aqui, você identificou o que é a restauração de dente, mas quais são os tipos de materiais que podem ser usados no procedimento? Para tirar a dúvida, saiba que existem diversos produtos com essa finalidade, a exemplo do ouro, da porcelana, da amálgama, do cerômero e da resina.

Restaurações de ouro

A restauração de ouro é uma das mais indicadas por especialistas para quem busca material resistente, já que o produto pode durar duas décadas na boca. No entanto, o elemento tem alto custo, devido à sua qualidade de metal precioso, sendo a opção mais cara para esse procedimento dentário.

Restaurações de amálgama (prata)

Liga metálica, a amálgama é um material composto por mercúrio e limalha de prata, cobre e estanho, podendo essa composição variar entre os fabricantes. O material já foi muito popular entre os consultórios odontológicos, mas deixou de ser indicado para o tratamento de restauração dentária atualmente.

O motivo para a restrição à restauração em amálgama se deve aos malefícios do produto, que desgaste, geralmente, estruturas sadias e compromete a estética bucal, deixando pontos escuros na dentição restaurada.

Resinas compostas (plástico)

Hoje em dia, resinas compostas são um dos materiais mais comuns para restauração nos consultórios. A explicação para a alta demanda está ligada ao custo-benefício do produto, que tem boa resistência à mastigação e apresenta grande durabilidade quando fixado ao dente.

Flexível, a resina composta endurece ao ser exposta à luz, em um processo chamado de fotopolimerização, o que acelera o tratamento, feito em apenas uma sessão no consultório. Ao mesmo tempo, o plástico representa ganho estético para o paciente, tendo um resultado que se aproxima da cor natural da dentição.

Restaurações de porcelana

Não é de agora que os dentistas usam porcelana para finalizar a restauração dentária. O material apresenta durabilidade superior a produtos de amálgama ou resina, permanecendo funcional por até uma década. Ao mesmo tempo, a resina tem pouco risco de infiltração e a técnica é realizada em apenas uma sessão na clínica.

Restauração de cerômero

O cerômero é um material que mistura resina e porcelana, sendo usado para baratear o custo da restauração. O produto, com grande demanda atualmente, tem longa durabilidade e apresenta boa estética bucal, aproximando-se do tom natural dos dentes.

Como é realizada a restauração dentária?

Se você está com dúvida em relação a como se faz a restauração, vamos ao passo a passo. O processo começa com a avaliação de um bom dentista, que usa um espelho para visualizar a parte interna da boca. Caso ele detecte algo diferente no exame, pedirá que você tenha uma documentação ortodôntica, a exemplo da radiografia.

Com a confirmação da hipótese, o especialista parte para o procedimento. O primeiro procedimento que deve ser realizado é a remoção da parte danificada do dente, seja por cárie ou por outro problema, com a ajuda de uma máquina especial. Retiradas as bactérias da região, é hora de limpar o espaço com um ácido em gel.

Em seguida ocorre a aplicação do material de restauro, que pode ser colocado em camadas para evitar a proliferação de micro-organismos. Por fim, o dentista faz o polimento da restauração para você voltar a sorrir sem nenhum incômodo.

Apesar de a resina ser o material de restauração mais comum, a base da aplicação também pode ser de porcelana ou ouro. Para definir a solução ideal para tratar o seu problema, considere a avaliação do profissional.

Qual é a diferença entre restauração e obturação?

No consultório, essa é uma dúvida bastante popular: qual é a diferença entre obturação e restauração dentária? Para resolver a questão, saiba que não existe muita distinção entre esses dois métodos que reconstroem a parte dental.

No caso da obturação, o dentista precisa retirar a área danificada para que o equilíbrio oral volte a funcionar. Nesse sentido, limpa-se a região afetada para impedir que as bactérias avancem sobre a estrutura dental, o que pode levar à perda do dente se não diagnosticado e tratado.

Uma vez identificado o problema e higienizado o dente, parte-se para a obturação, feita com amálgama, que é um produto metálico de coloração cinza. Diferentemente da resina, a composição desse metal é bastante resistente e dura por diversos anos sem apresentar nenhum problema ao paciente.

O lado ruim de se recorrer à obturação com esse material é a questão da aparência. Como o elemento tem coloração diferente, a sua cor ressalta bastante na boca e pode deixar a pessoa menos confortável ao sorrir.

Por outro lado, a restauração faz uso de um material com aspecto mais parecido ao do dente, dando um resultado aparente melhor em comparação ao da obturação.

Quais casos precisam de tratamento com restauração?

Há pelo menos três situações que geralmente são tratadas com restauração no consultório odontológico: recuperação do dente fraturado, cariado ou amarelado. Veja mais detalhes a seguir.

Recuperação de dentes fraturados

A fratura no dente pode ocorrer por vários motivos, desde o descuido com uma pancada externa até uma disfunção interna no organismo, passando inclusive por um problema no nervo. Para recuperar a parte que sofreu danos, costuma-se recorrer à restauração, a qual devolverá a função dentária.

Eliminação de cárie

A aparição da cárie afeta a saúde bucal e prejudica o esmalte dental, deixando-o menos rígido do que o normal. O especialista, ao fazer o diagnóstico, trata o problema com uma restauração que limpa o dente cariado e recompõe a sua estrutura.

Ainda que cause medo em algumas pessoas, você não precisa ser tomado por essa sensação, pois a técnica de extração da cárie pode envolver anestesia e acontece em alguns minutos. O resultado é visto a curto e a longo prazo, uma vez que o dente recupera a sua função e o paciente deixa de sentir dor e limitação na hora de comer e falar.

Restauração de dentes amarelados

Um terceiro caso envolve pessoas com restauração que, ao longo dos anos, começam a apresentar um aspecto amarelado. Como visto anteriormente, a resina é uma composição muito parecida com o material do dente, mas não tem a mesma resistência da amálgama.

Por esse motivo, ela não dura para sempre e pode apresentar diferenças com o passar do tempo. Caso aconteça desgaste na área, você deve mostrá-lo ao dentista para ter certeza sobre que medida tomar. Um novo procedimento recompõe a restauração e melhora a aparência do seu sorriso.

Quais são os cuidados que devem ser tomados após a restauração?

Você já sabe quais são as causas que implicam a obturação do dente, mas o que fazer para não ter problemas após o procedimento? Após o tratamento, recomenda-se mastigar levemente para evitar pressão sobre os dentes. Nesse processo, é preciso mastigar devagar e, de preferência, deve-se fazer isso no lado oposto ao da restauração.

Outra dica é manter a boca fechada durante a mastigação, que evita dor em locais mais sensíveis das arcadas, assim como reduzir a ingestão de alimentos mais pegajosos, doces e de consistência dura (como balas, nozes e gelo), principalmente quando o paciente tem restauração de amálgama.

Em todo caso, você deve informar o seu dentista a respeito de qualquer sensibilidade que esteja sentindo na região restaurada, pois a dor de dente pode ser indicativo de infiltração e comprometimento da restauração dentária, por exemplo.

Neste conteúdo você ficou por dentro do que é a restauração de dente e de como ela se diferencia de outro tratamento, a obturação. Além disso, informou-se sobre alguns casos que tornam necessário que profissional faça o restauro, seja para recuperar uma área fraturada, para tratar a cárie ou melhorar a aparência dental.

E aí, gostou deste post? Agora que você já conhece o que é, para que serve e quais casos devem ser restaurados, entre em contato conosco e marque a sua consulta com um dentista de confiança!

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